António Filipe afirmou, em iniciativas realizadas em Matosinhos e no Porto, que a sua candidatura está a crescer, considerando-a imprescindível e insubstituível para garantir que os problemas concretos com que a população se depara estejam presentes na campanha eleitoral.
Sublinhou que mais de dois milhões de portugueses trabalham e levam para casa menos de mil euros no final do mês, ao mesmo tempo que o custo de vida continua a aumentar, com subidas nos preços dos alimentos, combustíveis, rendas, habitação, eletricidade e gás, “tudo menos os salários”.
Referiu ainda que é dos baixos salários e do agravamento do custo de vida que resultam os 3,2 mil milhões de euros que os grupos económicos irão distribuir em dividendos entre os seus acionistas no próximo ano.
António Filipe defendeu que, por tudo isto, é necessária uma candidatura de esquerda e afirmou ser por essa razão que se apresenta para levar um candidato de esquerda à segunda volta.












